Boeing 787 recebe certificação da FAA e EASA

Após um ano e nove meses desde seu primeiro voo e com cerca de 4.911 horas de voo em testes, a Boeing finalmente recebe a certificação para o 787 Dreamliner, equipado com motores Rolls Royce Trent 1000.

Em cerimônia realizada  na fábrica da Boeing hoje ( 26/07), em Everett, Washington; Randy Babbitt, administrador da FAA (Agência Federal de Aviação) concedeu a certificação para Mike Carriker, chefe dos pilotos de testes da Boeing e do 787 e para Mike Sinnett, vice-presidente e engenheiro chefe de projetos da Boeing. A “Certificação de Tipo” concedida à Boeing, confirma que a aeronave foi testada e está em complacência com todas as leis federais dos Estados Unidos.

Alem disso, Babbitt emitiu a “Certificação de Produção 700” e entregou-o para John Cornish, vice-presidente do setor de montagem final e entregas do 787 e também para Barb O’Dell vice-presidente de qualidade do 787. O “Certificado de Produção 700” atesta que toda a linha de montagem e sistemas do 787 estão de acordo com as leis americanas e que a aeronave pode ser produzida em escala.

Depois foi a vez de Patrick Goudou, diretor-executivo da EASA (Agência Europeia de Segurança na Aviação), entregar para Dan Mooney, vice-presidente do programa de desenvolvimento do 787-8, o “Certificado de Tipo” europeu.

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G650 de testes sofre acidente e mata tripulação

Um G650, protótipo da nova aeronave executiva da Gulfstream, caiu no último dia 02/04 na região do aeroporto de Roswell, estado do Novo México, matando todos os seus quatro tripulantes.

A aeronave, prefixo N652GD, efetuava testes com os freios naquele dia e após receber autorização para decolagem, durante a rotação, ponta da asa direita guinou para o lado, atingindo o solo, fazendo a aeronave perder altitude, em seguida o trem de pouso atingiu o solo com violência, fazendo a aeronave escorregar e pegar fogo.

A FAA que administra a aviação americana, o NTSB que é responsável pela investigação de acidentes aeronáuticos e a Gulfstream, fabricante do jato, estão envolvidos nas investigações.

Faleceram os pilotos Kent Crenshaw e Vivan Ragusa e os engenheiros especialistas David McCollum e Reece Ollenburg.

“Nossos pensamentos e orações estão com as famílias das pessoas que perdemos”, disse Joe Lombardo, presidente da Gulfstream Aerospace. “Estamos cooperando 100% com as investigações”, completou.

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Legacy 650 é certificado pela FAA

O jato executivo Legacy 650, da categoria large, acaba de receber a certificação da Federal Aviation Administration (FAA), autoridade aeronáutica dos Estados Unidos. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), do Brasil, e a Agência Européia para a Segurança da Aviação (European Aviation Safety Agency – EASA) já haviam concedido seus certificados ao jato em outubro de 2010.

“O portfólio de aviação executiva da Embraer é um dos mais completos da indústria”, disse Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Executiva. “Esta importante aprovação do nosso jato executivo de longo alcance Legacy 650, da categoria large, abre caminho para a Companhia servir melhor não apenas ao mercado dos Estados Unidos, bem como a muitos outros países que requerem a certificação FAA.”

Press Release – Embraer

United Airlines enfrenta problemas com frota de 757

No último dia 15/02, a United Airlines teve de paralisar toda sua frota de 757, atrasando e cancelando voos.

De acordo com a companhia, um ajuste nos computadores de bordo, forçou uma inspeção nas 96 aeronaves do modelo. Esse ajuste visou cumprir uma diretiva da FAA de Junho de 2004, que exigia a instalação de disjuntores, relés e componentes relacionados, alem de mudanças no cabeamento dentre a cabine e o compartimento de eletrônicos.

De acordo com Mike Trevino, porta-voz da companhia, o tempo de inspeção variava em 90 minutos por aeronave. Cerca de 15 voos foram cancelados. A frota de 757 da Continental não foi afetada.

FAA dá permissão para o 747-8

A FAA garantiu que o 747-8 poderá operar nos aeroportos com as mesmas restrições do 747-400. Isso inclui a distância de separação de tráfego, largura e comprimento de pistas, alem de distância em operações com pistas paralelas.

Mesmo tendo uma envergadura de asa maior e um estabilizador vertical mais alto, o 747-8 não terá restrições de operações em aeroportos.

A aeronave recebeu o certificado Airport Design Guidelines (ADG) que restringe a operação de aeronaves de acordo com seu tamanho, peso e esteira de turbulência.

O 747-8 entrou na categoria V, que determina que a distância entre pistas e taxiways paralelas deve ser de 152m, entre outros quesitos. O A380, por exemplo, entrou na categoria VI, aonde essa distância deve ser de 192m.

Espera-se que o 747-8 entre em serviço no quarto trimestre de 2010, nas cores da cargueira Cargolux.

American Airlines é multada por violações na manutenção

A American Airlines foi multada em $787,500 pela FAA, por três violações na manutenção de aeronaves.

Em Abril de 2008, mecanicos da companhia não trocaram um computador central de voo de um MD80, fazendo com que a aeronave voasse por mais dez trechos até a substituição. Durante esse tempo, as tripulações acreditaram que a aeronave estava em perfeito estado.

Alem disso, a companhia falhou em cumprir as os requisitos de uma diretiva de aeronavegabilidade em quatro de seus 757.

A American não comentou a decisão da FAA.

FAA exige que Airbus modifique TCAS da família A320

A FAA, órgão que administra a aviação americana, finalizou uma diretiva de aeronavegabilidade que fará com que mais de 500 operadores de aeronaves da família A320, atualizem o software responsável pelo TCAS, aparelho responsável para evitar a colisão de aeronaves.

A diretiva alerta que o aparelho não informa corretamente sobre ação evasiva tomada pelos pilotos em caso de uma possível colisão, podendo confundir a tripulação e aumentar ainda mais o risco.

A diretiva vem após uma quase colisão no ar, envolvendo duas aeronaves A320, que fez com que a agência européia EASA emitisse uma diretiva em novembro de 2008.

O processo de atualização deve durar cerca de quatro horas por aeronave e terá um custo de U$15.000 dólares. As companhias tem um prazo de cinco anos para obedecer à diretiva.